A ALPARGATAS
Resp.Socioambiental


Responsabilidade Social
O compromisso da Alpargatas com o desenvolvimento sustentável das localidades onde atua se traduz nos resultados de oito anos de projetos que têm ajudado a mudar a vida de estudantes e professores, fortalecendo a educação e desenhando um futuro melhor para o Brasil.

O Instituto Alpargatas (IA) nasceu em janeiro de 2003 para ser o braço de responsabilidade social corporativa da Empresa. Seu objetivo é promover a melhoria da política pública educacional das redes municipal e estadual, aprimorando a qualidade do ensino por meio do esporte e da cultura, em projetos de ação na escola e pós-escola. O público-alvo são crianças, adolescentes e jovens, de 7 a 29 anos. Os projetos operacionalizados pelo IA acontecem em nove cidades paraibanas: João Pessoa, Santa Rita, Ingá, Mogeiro, Campina Grande, Serra Redonda, Alagoa Nova, Guarabira e Queimadas, além de Carpina, localizada em Pernambuco. Topper é a marca responsável por alguns dos principais programas desenvolvidos pelo Instituto.

Só em 2010, os programas Topper de Educação por Meio do Esporte e de Educação por Meio da Cultura atenderam 66,5 mil alunos. Todos os dez municípios que participaram das iniciativas registraram avanços na área de ensino, sendo que quatro deles superaram as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) estabelecidas pelo Ministério da Educação.

 

Responsabilidade Ambiental
A inovação e a criatividade que pautam os negócios da Alpargatas também orientam suas iniciativas na busca por operações cada vez mais efi cientes e sustentáveis, que resultem em ganhos econômicos com respeito ao meio ambiente e às pessoas. Em 2010, os investimentos na preservação do meio ambiente e em ações de conscientização e treinamento em educação ambiental somaram R$ 5,4 milhões.

Em 2010, a Alpargatas reduziu ainda mais o uso de recursos naturais em suas operações, com destaque para as fábricas-satélites, que, com a conscientização e a dedicação de seus empregados, desenvolveram soluções ambientalmente práticas e inteligentes. O volume de água consumido por mil unidades produzidas foi 20,1% menor que em 2009, o de gás 12,9% e o de energia elétrica 7,2%.

A captação de água das chuvas e sua utilização nos processos fabris, o reaproveitamento do vapor gerado pelas caldeiras e a instalação de postes com uso de energia solar, associados à adequação de máquinas, equipamentos e processos, são exemplos de medidas adotadas nas fábricas que resultaram em economia dos recursos naturais.

Está prevista para 2011 a elaboração do inventário de geração de CO2 para o início, a partir de 2012, do controle das emissões no ciclo produtivo. A possibilidade de usar energia eólica em algumas fábricas também será avaliada.